sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Não Vale a Pena Chorar Pelo Leite Derramado


E em jeito de represália, com muito sentido de humor, dedico-lhes esta:


Um rapazinho de 8 anos queria ganhar 100 euros e rezou a Deus durante duas semanas .
Como nada acontecia, ele resolveu mandar uma carta para o Todo-Poderoso com o seu pedido.
Os CTT receberam uma carta endereçada para "Deus-Portugal" e resolveram entregá-la ao Primeiro Ministro.
O Ministro José Socrates ficou muito comovido com o pedido e resolveu mandar uma nota de 10 euros para o garotinho, pois achou que 100 euros era muito dinheiro para uma criança tão pequena. O rapazinho recebeu os 10 euros e imediatamente sentou-se para escrever uma carta de agradecimento:
-"Querido Deus: Muito obrigado por me mandar o dinheiro que eu pedi. Contudo, notei que por alguma razão, o Senhor mandou-o através do Ministro José Socrates e, como sempre, aquele filho da mãe... ficou com 90% do que era meu!"


Sorrir ainda não paga imposto. Valha-nos isso!

2 comentários:

Saltapocinhas disse...

para já, para já, roubo-te o boneco!
Excelente!
hoje visitei com os meus alunos o teu blog, mas como gastamos imenso tempo a cuscar, depois não tivemso tempo de comentar.
Ficou a promessa de voltar na 2ª feira, para comentar.

beijinhos!

José Alberto Valente disse...

Deve ter sido para a familia Silva cuja história te deixo:

Na grande família dos Silvas
A felicidade e alegria é geral
É todo o ano quadra do natal
Mesmo nas maiores chuvas

O pai, bêbado e folgazão
Bonacheirão, cornudo e feliz
Ao subsídio dá loas e bendiz
A barraca em rica condição

Dá sonoros peidos e arrotos
Para alegria de toda a prole
Á sua mulher de mamas em fole
Dá apalpadelas e piropos

O Faná é o seu rico filho
Herdeiro de toda a idiotice
Fosse uma pata que o parisse
Não seria menos maltrapilho

Assalta carros para sustento
Ainda recebe da segurança social
Não tivesse ele, esse elo parental
De integração dizem, para o jumento.

Tem nome de novela brasileira
A filha que se chama Vanessa
Mamas, que o olho atravessa
Boca farta em qualquer beira

Perde-se pelas esquinas afinal
Ar maroto e sempre prazenteiro
Muito dada, até ao padeiro
Também vive da segurança social

Falta a mãe, Rosa, de sua graça
Cu rotundo, oferecido e altaneiro
Paga dívidas ao tolo merceeiro
Que esquece tudo entre a sua pernaça

Sabe chorar como mais ninguém
Dá-se ares de mulher muito séria
Até dar aos outros, pena da miséria
Consegue viver do subsídio também

Vivem assim alegres e contentes
Lêem as revistas Caras e a Maria
Sempre em eterna alegria
Adoram Malucos do riso e Batanetes